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Verdades sobre a seleção brasileira de 2006 que ninguém aceita

Com a seleção se preparando para seu próximo compromisso, e claro, se preparando para a próxima Copa do Mundo, decidimos revisitar uma das seleções mais mitológicas da história do nosso futebol: a seleção de 2006. Existe muita mística por trás dessa seleção, que até hoje é celebrada como, no papel, a melhor seleção que já tivemos, mas será que ela era tudo isso mesmo? Quais os grandes problemas que essa seleção teve que nós, torcedores passionais, não aceitamos? Vamos falar disso agora com 5 verdades duras de engolir sobre a seleção brasileira de 2006.

Muito samba, muito salto alto

Essa com certeza é a primeira coisa que falam quando algum tipo de crítica surge sobre essa seleção. Os boatos é que os jogadores estavam cheios de si, sentindo que a seleção era forte graças aos muitos nomes e anos anteriores. 

As inúmeras festas acabaram cobrando seu preço, e a seleção mostrou que não era tão forte quanto pensavam desde o primeiro jogo.

Adriano estava fora de forma e mal psicologicamente

Didico levou consigo muita expectativa para a Copa do Mundo na Alemanha, mas acabou sendo bem ruim para o jogador. Muitos ficaram confusos com isso, mas acontece que o jogador chegou cheio de problemas à competição.

O jogador havia perdido seu pai a menos de 2 anos, e foi quando o seu declínio começou, com ele abalado psicologicamente, o que afetava seu desempenho, que por sua vez afetou seu peso, com o jogador chegando claramente fora de forma. É duro dizer isso, mas talvez Adriano não devesse ter sido convocado.

Cafu não estava jogando bem

Cafu jogou a Copa já com 36 anos, sendo o capitão do time. Essa seria a quarta copa do jogador, porém, a verdade é que ele não chegou bem ao torneio, mesmo ainda estando no time do Milan na época.

Cicinho era jogador do Real Madrid na época, e provavelmente era a melhor escolha para a titularidade. Ele até jogou um jogo ou outro, mas Cafu foi mais selecionado.

O “quarteto mágico” não tinha como funcionar

Claro que o trabalho de um treinador é fazer de tudo para que o time tenha seus melhores jogadores em campo, mas claro que também é verdade que o treinador tem que fazer o time funcionar da melhor maneira possível, e isso nem sempre significa colocar todos os seus atacantes em campo.

O quarteto era ofensivo demais, com poucos jogadores de marcação, e isso deixava o time vulnerável. A prova é que sempre que Juninho Pernambucano entrava, a marcação melhorava uma vez que o jogador sabia marcar melhor que Kaká ou Ronaldinho.

Ronaldinho deveria ser reserva

Essa talvez seja a verdade mais dura de engolir, e com razão. Ronaldinho foi melhor do mundo 1 ano antes da Copa, e chegou nela muito mal, e até hoje é lembrado como um dos piores anos após ser eleito o melhor do mundo.

Ele carregava as expectativas de ser o melhor da nossa seleção, mas passou longe disso, e a solução mais sensata era colocá-lo no banco. Mas qual treinador teria coragem?