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Defendendo esquema, Roger depois de nova derrota: “Temos mais mais sucessos que insucessos nesse modelo.

O Fluminense perdeu seu terceiro jogo seguido no Campeonato Brasileiro, desta vez perdeu por 1 a 0 para o América-MG na zona de rebaixamento no Independência, o que levanta a questão: é hora de mudar o plano tático? Não é adequado para Roger Machado. Na coletiva após o jogo, o treinador defendeu a modalidade de jogo.

Roger destacou que a consistência defensiva é a base da forma de jogar do time, e alertou que o Fluminense não vai criar muitas oportunidades de gol, mas precisa aproveitar o que sabe:

“Fizemos um time que era defensivamente seguro, hoje, depois de abrirmos mais o time, finalmente encontramos um contra-ataque. Mas em geral, a segurança defensiva nos permitirá melhorar no jogo. Não criaremos muitas oportunidades, devemos ser eficientes e capazes na hora de empurrar a bola para o gol. Dependendo da partida, da habilidade do adversário, isso vai nos impedir de alcançar esse tipo de sucesso. Até agora, obtivemos muito mais sucessos do que fracassos neste modelo, e acho que é isso que devemos seguir.

Na próxima rodada do Campeonato brasileiro, o Fluminense será convidado no Bella Rio, às 20h30, no próximo domingo. Porém, antes da próxima quinta-feira, o time deu início à polêmica nas quartas de final da Libertadores contra o Barcelona Guayaquil, no Maracanã.

Diante da coletiva, houveram outras resposta: 

Esquema facilita marcação adversária?

“A estrutura que construímos é variável. No jogo, quando Nenê e Fred lideram, temos 4-4-2. Portanto, esta não é uma rotina de 4-3-3, você não tem outra escolha no jogo. E faça uma avaliação. No jogo contra o Sport, jogamos duas linhas, terminei o jogo em 4-3-3, mas tinha um meio-campista. Independentemente do modelo ou estrutura tática, a chave está na qualidade dessa estrutura. Quando derrotamos nossos oponentes com sucesso, temos a capacidade de superar as adversidades. Hoje é um dia em que não conseguimos um desempenho tão marcante, principalmente no segundo tempo, o que nos impediu de chegar a resultados diferentes”.

Pontas recuadas

“É responsabilidade dos atacantes retornarem e todos fazem isso. Eles têm que voltar na maioria das vezes porque os laterais são muito favoráveis. 

Má campanha no Brasileirão

“Temos trabalhado muito para não deixar a influência do Campeonato Brasileiro afetar o nosso trabalho. Também porque é difícil você participar de três jogos ao mesmo tempo e ter um bom desempenho na Copa e no Brasileiro, que é um jogo normal. Em algum ponto, você encontrará “momentos irregulares” e esses ciclos se repetirão por mais de 38 rodadas. Às vezes é o viés para cima, às vezes é o fracasso de um jogo ou outro nesta situação instável. Não tenho medo, só trabalho muito, mas sei que isso vai atrapalhar o processo”.

Nino joga na quinta?

“Ele está obviamente confiante de que será transferido para o grupo. Os campeões olímpicos têm moral elevada, o que afetará nosso convívio. Agora, se podemos usar isso depende. É um longo caminho a percorrer, se adaptar ao fuso horário (do Japão).