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5 erros que custaram o emprego de Sylvinho no Corinthians

Sylvinho não é mais o treinador do Corinthians. O treinador caiu após a derrota de virada sofrida pelo Timão no clássico contra o Santos, e agora time e treinador vão seguir caminhos opostos.

A vida de Silvinho no Corinthians nunca foi fácil, e o treinador nunca correspondeu da forma que a torcida esperava, que pedia a sua cabeça bem antes e viu a diretoria apenas tentar adiar o que de fato parecia inevitável.

Mas quais foram os piores erros cometidos por Sylvinho? O que fez o treinador cair no fim das contas?

Time defensivo

O treinador decidiu admitir isso e chegou a bater boca com repórter por perguntas que alegavam que o Corinthians era defensivo, porém, o treinador teria então que bater boca com um por um da torcida do Corinthians, que via o time pragmático em campo, com mais medo de perder do que vontade de vencer.

Essa foi a atitude que marcou o time ano passado, e por mais se defender seja sim importante, a torcida não admitia que um time com tantos nomes importantes ofensivos pudessem jogar os jogos pensando mais em não tomar gols do que em marcar gols.

O estilo de Sylvinho

Vamos tentar não ser injustos aqui, mas ao mesmo tempo enxergar pela ótica da torcida. A torcida do Corinthians sempre pesa por raça, e isso não se dá só dentro de campo. Entre o uso de pulôveres e a linguagem do futebol que o treinador usava, nada parecia combinar com o que o Corinthians é, e olha que ele fez carreira no time como jogador.

Tite é um bom exemplo para se dar aqui, uma vez que o treinador mesmo sendo excêntrico em seu jeito de falar, e sempre estar de terno, conseguiu incorporar o espírito da torcida melhor que ninguém.

Sylvinho, ex-técnico do Corinthians – foto: reprodução/internet

 

Teimosia com alguns jogadores

Se você perguntar a qualquer torcedor de qualquer time, 99% vão dizer que os problemas dos técnicos no Brasil são a teimosia. E isso não era diferente de Sylvinho, que insistiu em algumas coisas que os torcedores tinham o trabalho de entender.

Gabriel, que também está de saída do time, foi uma dessas coisas que o treinador insistiu, mesmo em má fase e cometendo erros, o treinador não sacava o jogador, e mesmo que Gabriel estivesse bem, o jogador era de característica defensiva, enquanto todos pediam por um primeiro volante que pudesse cadenciar o jogo.

Podemos dizer o mesmo em insistir em usar Jô, Fábio Santos ou mesmo usar Fagner como defensor, tirando a sua principal caraterística que é a de atacar. O que nos leva ao próximo assunto.

As entrevistas

Não era fácil ver as entrevistas de Sylvinho que dava voltas gigantescas para justificar decisões questionáveis. Podemos usar novamente como exemplo Fagner, que em algum momento foi proibido de subir para o ataque.

Quando questionado sobre o assunto, Sylvinho respondeu que a função correta de um lateral é a marcação e não a parte ofensiva, o que deixou a torcida de cabelo em pé, uma vez que o próprio Sylvinho durante a carreira foi um lateral ofensivo.